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Crônica de uma “tragédia anunciada” – Derli Machado

A tragédia ocorrida na região serrana do Rio de Janeiro, que matou mais de 800 pessoas, já está sendo apontada como a maior tragédia climática do país. Ou seja, nunca antes na história deste país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, viu-se tamanha catástrofe. Especialistas dizem que essa tragédia era “anunciada” (nova categoria de tragédia; parte-se do pressuposto de que existem as “tragédias não anunciadas”). Ou seja, as autoridades não têm como dizer que não sabiam que mais cedo ou mais tarde o desastre iria acontecer. Diante desta constatação, surgem algumas perguntas que não querem calar: se todo mundo sabia que um dia isso iria acontecer, por que ninguém fez nada? Por que governo e população não se prepararam para enfrentar o pior e evitar tantas mortes? Que medidas teriam que ser tomadas a fim de evitar uma “tragédia anunciada”? Não é preciso ser especialista para constatar que associados ao termo “tragédia anunciada” estão os vocábulos “imprudência”, “negligência” e seus sinônimos.

A humanidade tem assistido a muitas “tragédias anunciadas” ao longo de sua história. A primeira grande “tragédia anunciada”, relatada na Bíblia, teve proporções terríveis. Após a criação, Deus alertou o homem para o perigo da desobediência, da imprudência, da negligencia, mas sem sucesso. Os primeiros representantes da raça humana foram induzidos por Satanás a desobedecer ao que Deus estabelecera: “…. porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:16). A transgressão de Adão e Eva trouxe consequências desastrosas não apenas para eles, mas também para toda a humanidade, pois em vista da queda, o pecado tornou-se universal; toda a raça humana ficou contaminada. “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). O pecado atingiu também toda a criação de Deus (Gênesis 3:17-19; Romanos 8:21,22).

A consequência dessa “tragédia anunciada” é ampliada em Romanos 6:23: “Porque o salário do pecado é a morte…”. O texto se refere a dois tipos de morte: a morte física (separação do corpo e do espírito); a morte espiritual (exclusão da presença de Deus para sempre).

Eis que surge outra pergunta que não quer calar: Quem tem por dever agir diante dessa terrível “tragédia anunciada”?

Deus, num ato de graça e misericórdia, providenciou um livramento “… mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” Romanos 6:23); “… e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos) (Efésios 2:3-5).

Resta ao homem crer para ser salvo dessa “tragédia anunciada”: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16).

Portanto, se você vier a “perecer”, não terá sido por falta de aviso!

 

2 Respostas para “Crônica de uma “tragédia anunciada” – Derli Machado

  1. elvo

    junho 21, 2011 at 5:41 pm

    perecer, deus criou o mundo e seus filhos;
    pela criação; pela vida, e não pelo pecado.
    viver peça fé, e morrer na fé;
    e que deus nos abençoe.

     
  2. IRMÃO ELIELSON

    março 7, 2012 at 1:21 am

    QUE POSSAMOS VIVER ATÉ O FIM NESSE MESMO PENSAMENTO, IRMAO ELVO

     

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